CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS - 8º ANO
1. Expansão e mudança nos sécs. XV e XVI
- A abertura ao mundo
- Os novos valores europeus: Renascimento e Reforma
2. Portugal no contexto europeu nos sécs. XVII e XVIII
- O Império Português e a concorrência internacional
- Absolutismo e mercantilismo numa sociedade de ordens
- A cultura em Portugal face aos dinamismos da cultura europeia
3. As transformações do mundo atlântico
- A Revolução Agrícola e o arranque da Revolução Industrial
- O triunfo das revoluções liberais
4. A civilização industrial no séc. XIX
- O mundo industrializado no séc. XIX
- Os países de dificil industrialização: o caso português
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS - 9º ANO
1. Hegemonia e declínio da influência europeia
2. Portugal: da 1ª República à ditadura militar
3. Sociedade e cultura num mundo em mudança
4. A grande cries do capitalismo nos anos 30
5. A 2ª Guerra Mundial
6. O mundo saído da guerra
7. As transformações do mundo contemporâneo
8.Portugal: do autoritarismo à democracia
1. Hegemonia e declínio da influência europeia
2. Portugal: da 1ª República à ditadura militar
3. Sociedade e cultura num mundo em mudança
4. A grande cries do capitalismo nos anos 30
5. A 2ª Guerra Mundial
6. O mundo saído da guerra
7. As transformações do mundo contemporâneo
8.Portugal: do autoritarismo à democracia
CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS - 10º ANO
Módulo 0
A História: tempos e espaços
Módulo 1
Raízes mediterrânicas da civilização europeia - Cidade, Cidadania e Império na Antiguidade Clássica
1. O modelo ateniense
2. O modelo romano
3. O espaço civilizacional greco-latino à beira da mudança
Módulo 2
Dinamismo civilizacional da Europa Ocidental nos sécs. XIII e XIV - Espaços, poderes e vivências
1. A identidade civilizacional da Europa Ocidental
2.O espaço Português - a consolidação de um reino cristão ibérico
3. Valores, vivências e quotidiano
Módulo 3 - A abertura europeia ao mundo - mutações nos conhecimentos, sensibilidades e valores nos sécs. XV e XVI
1. A geografia cultyural europeia de Quatrocentos e Quinhentos
2. O alargamento do conhecimento do Mundo
3. A produção cultural
4. A renovação da espiritualidade e religiosidade
5. As novas representações da Humanidade
Módulo 0
A História: tempos e espaços
Módulo 1
Raízes mediterrânicas da civilização europeia - Cidade, Cidadania e Império na Antiguidade Clássica
1. O modelo ateniense
2. O modelo romano
3. O espaço civilizacional greco-latino à beira da mudança
Módulo 2
Dinamismo civilizacional da Europa Ocidental nos sécs. XIII e XIV - Espaços, poderes e vivências
1. A identidade civilizacional da Europa Ocidental
2.O espaço Português - a consolidação de um reino cristão ibérico
3. Valores, vivências e quotidiano
Módulo 3 - A abertura europeia ao mundo - mutações nos conhecimentos, sensibilidades e valores nos sécs. XV e XVI
1. A geografia cultyural europeia de Quatrocentos e Quinhentos
2. O alargamento do conhecimento do Mundo
3. A produção cultural
4. A renovação da espiritualidade e religiosidade
5. As novas representações da Humanidade
segunda-feira, 7 de setembro de 2009

BEM-VINDOS AO ANO LECTIVO DE 2010-2011!!!
Olá a todos!
Cá estamos para mais um ano lectivo. Espero que tenham passado umas boas férias e que estejam cheios de vontade de regressar à Escola.
O meu blog vai voltar a "atacar". Espero mantê-lo mais activo do que no ano lectivo anterior, de preferência com as vossas contribuições.
Bom ano e bom trabalho para todos!
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Carta de Pêro Vaz de Caminha
Carta de Pêro Vaz de Caminha a D. Manuel I
E velejando nós pela costa, na distância de dez léguas do sítio onde tínhamos levantado ferro, acharam os ditos navios pequenos um recife com um porto dentro, muito bom e muito seguro, com uma mui larga entrada. E meteram-se dentro e amainaram. E as naus foram-se chegando, atrás deles. E um pouco antes de sol-pôsto amainaram também, talvez a uma légua do recife, e ancoraram a onze braças.
E estando Afonso Lopez, nosso piloto, em um daqueles navios pequenos, foi, por mandado do Capitão, por ser homem vivo e destro para isso, meter-se logo no esquife a sondar o porto dentro. E tomou dois daqueles homens da terra que estavam numa almadia: mancebos e de bons corpos. Um deles trazia um arco, e seis ou sete setas. E na praia andavam muitos com seus arcos e setas; mas não os aproveitou. Logo, já de noite, levou-os à Capitaina, onde foram recebidos com muito prazer e festa.
A feição deles é serem pardos, um tanto avermelhados, de bons rostos e bons narizes, bem feitos. Andam nus, sem cobertura alguma. Nem fazem mais caso de encobrir ou deixa de encobrir suas vergonhas do que de mostrar a cara. Acerca disso são de grande inocência. Ambos traziam o beiço de baixo furado e metido nele um osso verdadeiro, de comprimento de uma mão travessa, e da grossura de um fuso de algodão, agudo na ponta como um furador. Metem-nos pela parte de dentro do beiço; e a parte que lhes fica entre o beiço e os dentes é feita a modo de roque de xadrez. E trazem-no ali encaixado de sorte que não os magoa, nem lhes põe estorvo no falar, nem no comer e beber.
Os cabelos deles são corredios. E andavam tosquiados, de tosquia alta antes do que sobre-pente, de boa grandeza, rapados todavia por cima das orelhas. E um deles trazia por baixo da solapa, de fonte a fonte, na parte detrás, uma espécie de cabeleira, de penas de ave amarela, que seria do comprimento de um coto, mui basta e mui cerrada, que lhe cobria o toutiço e as orelhas. E andava pegada aos cabelos, pena por pena, com uma confeição branda como, de maneira tal que a cabeleira era mui redonda e mui basta, e mui igual, e não fazia míngua mais lavagem para a levantar. O Capitão, quando eles vieram, estava sentado em uma cadeira, aos pés uma alcatifa por estrado; e bem vestido, com um colar de ouro, mui grande, ao pescoço. E Sancho de Tovar, e Simão de Miranda, e Nicolau Coelho, e Aires Corrêa, e nós outros que aqui na nau com ele íamos, sentados no chão, nessa alcatifa. Acenderam-se tochas. E eles entraram. Mas nem sinal de cortesia fizeram, nem de falar ao Capitão; nem a alguém. Todavia um deles fitou o colar do Capitão, e começou a fazer acenos com a mão em direção à terra, e depois para o colar, como se quisesse dizer-nos que havia ouro na terra. E também olhou para um castiçal de prata e assim mesmo acenava para a terra e novamente para o castiçal, como se lá também houvesse prata!
Mostraram-lhes um papagaio pardo que o Capitão traz consigo; tomaram-no logo na mão e acenaram para a terra, como se os houvesse ali.
Mostraram-lhes um carneiro; não fizeram caso dele.
Mostraram-lhes uma galinha; quase tiveram medo dela, e não lhe queriam pôr a mão. Depois lhe pegaram, mas como espantados.
Deram-lhes ali de comer: pão e peixe cozido, confeitos, fartéis, mel, figos passados. Não quiseram comer daquilo quase nada; e se provavam alguma coisa, logo a lançavam fora.
Trouxeram-lhes vinho em uma taça; mal lhe puseram a boca; não gostaram dele nada, nem quiseram mais.
Trouxeram-lhes água em uma albarrada, provaram cada um o seu bochecho, mas não beberam; apenas lavaram as bocas e lançaram-na fora.
Viu um deles umas contas de rosário, brancas; fez sinal que lhas dessem, e folgou muito com elas, e lançou-as ao pescoço; e depois tirou-as e meteu-as em volta do braço, e acenava para a terra e novamente para as contas e para o colar do Capitão, como se dariam ouro por aquilo.
Isto tomávamos nós nesse sentido, por assim o desejarmos! Mas se ele queria dizer que levaria as contas e mais o colar, isto não queríamos nós entender, por que lho não havíamos de dar! E depois tornou as contas a quem lhas dera. E então estiraram-se de costas na alcatifa, a dormir sem procurarem maneiras de encobrir suas vergonhas, as quais não eram fanadas; e as cabeleiras delas estavam bem rapadas e feitas.
O Capitão mandou pôr por baixo da cabeça de cada um seu coxim; e o da cabeleira esforçava-se por não a estragar. E deitaram um manto por cima deles; e consentindo, aconchegaram-se e adormeceram.
E velejando nós pela costa, na distância de dez léguas do sítio onde tínhamos levantado ferro, acharam os ditos navios pequenos um recife com um porto dentro, muito bom e muito seguro, com uma mui larga entrada. E meteram-se dentro e amainaram. E as naus foram-se chegando, atrás deles. E um pouco antes de sol-pôsto amainaram também, talvez a uma légua do recife, e ancoraram a onze braças.
E estando Afonso Lopez, nosso piloto, em um daqueles navios pequenos, foi, por mandado do Capitão, por ser homem vivo e destro para isso, meter-se logo no esquife a sondar o porto dentro. E tomou dois daqueles homens da terra que estavam numa almadia: mancebos e de bons corpos. Um deles trazia um arco, e seis ou sete setas. E na praia andavam muitos com seus arcos e setas; mas não os aproveitou. Logo, já de noite, levou-os à Capitaina, onde foram recebidos com muito prazer e festa.
A feição deles é serem pardos, um tanto avermelhados, de bons rostos e bons narizes, bem feitos. Andam nus, sem cobertura alguma. Nem fazem mais caso de encobrir ou deixa de encobrir suas vergonhas do que de mostrar a cara. Acerca disso são de grande inocência. Ambos traziam o beiço de baixo furado e metido nele um osso verdadeiro, de comprimento de uma mão travessa, e da grossura de um fuso de algodão, agudo na ponta como um furador. Metem-nos pela parte de dentro do beiço; e a parte que lhes fica entre o beiço e os dentes é feita a modo de roque de xadrez. E trazem-no ali encaixado de sorte que não os magoa, nem lhes põe estorvo no falar, nem no comer e beber.
Os cabelos deles são corredios. E andavam tosquiados, de tosquia alta antes do que sobre-pente, de boa grandeza, rapados todavia por cima das orelhas. E um deles trazia por baixo da solapa, de fonte a fonte, na parte detrás, uma espécie de cabeleira, de penas de ave amarela, que seria do comprimento de um coto, mui basta e mui cerrada, que lhe cobria o toutiço e as orelhas. E andava pegada aos cabelos, pena por pena, com uma confeição branda como, de maneira tal que a cabeleira era mui redonda e mui basta, e mui igual, e não fazia míngua mais lavagem para a levantar. O Capitão, quando eles vieram, estava sentado em uma cadeira, aos pés uma alcatifa por estrado; e bem vestido, com um colar de ouro, mui grande, ao pescoço. E Sancho de Tovar, e Simão de Miranda, e Nicolau Coelho, e Aires Corrêa, e nós outros que aqui na nau com ele íamos, sentados no chão, nessa alcatifa. Acenderam-se tochas. E eles entraram. Mas nem sinal de cortesia fizeram, nem de falar ao Capitão; nem a alguém. Todavia um deles fitou o colar do Capitão, e começou a fazer acenos com a mão em direção à terra, e depois para o colar, como se quisesse dizer-nos que havia ouro na terra. E também olhou para um castiçal de prata e assim mesmo acenava para a terra e novamente para o castiçal, como se lá também houvesse prata!
Mostraram-lhes um papagaio pardo que o Capitão traz consigo; tomaram-no logo na mão e acenaram para a terra, como se os houvesse ali.
Mostraram-lhes um carneiro; não fizeram caso dele.
Mostraram-lhes uma galinha; quase tiveram medo dela, e não lhe queriam pôr a mão. Depois lhe pegaram, mas como espantados.
Deram-lhes ali de comer: pão e peixe cozido, confeitos, fartéis, mel, figos passados. Não quiseram comer daquilo quase nada; e se provavam alguma coisa, logo a lançavam fora.
Trouxeram-lhes vinho em uma taça; mal lhe puseram a boca; não gostaram dele nada, nem quiseram mais.
Trouxeram-lhes água em uma albarrada, provaram cada um o seu bochecho, mas não beberam; apenas lavaram as bocas e lançaram-na fora.
Viu um deles umas contas de rosário, brancas; fez sinal que lhas dessem, e folgou muito com elas, e lançou-as ao pescoço; e depois tirou-as e meteu-as em volta do braço, e acenava para a terra e novamente para as contas e para o colar do Capitão, como se dariam ouro por aquilo.
Isto tomávamos nós nesse sentido, por assim o desejarmos! Mas se ele queria dizer que levaria as contas e mais o colar, isto não queríamos nós entender, por que lho não havíamos de dar! E depois tornou as contas a quem lhas dera. E então estiraram-se de costas na alcatifa, a dormir sem procurarem maneiras de encobrir suas vergonhas, as quais não eram fanadas; e as cabeleiras delas estavam bem rapadas e feitas.
O Capitão mandou pôr por baixo da cabeça de cada um seu coxim; e o da cabeleira esforçava-se por não a estragar. E deitaram um manto por cima deles; e consentindo, aconchegaram-se e adormeceram.
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
TRABALHO DE PESQUISA - 2º PERÍODO
8º ano de escolaridade

TEMA: O Marquês de Pombal e o seu tempo
OBJECTIVOS DO TRABALHO: Caracterizar a figura do Marquês de Pombal (Biografia) inserindo-a na época em que viveu. Máximo de páginas: 10. Regras para a elaboração do trabalho: as mesmas do trabalho realizado no 1º período.
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